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quarta-feira, 27 de novembro de 2013

PostHeaderIcon São Paulo sediará a 4ª Virada Inclusiva, em celebração ao Dia Internacional da Pessoa com Deficiência

Foto Divulgação

De 30 de novembro a 3 de dezembro - Dia Internacional da Pessoa com Deficiência -, diversos espaços da capital sediarão da 4ª Virada Inclusiva. Peças teatrais, filmes, exposições, atividades esportivas, oficinas, dentre outras atividades, serão dedicadas e adaptadas às pessoas com necessidades especiais.

As atividades estarão disponíveis em museus, centros culturais, bibliotecas, entre outros espaços cobertos e ao ar livre. Os amantes do esporte, por exemplo, poderão curtir uma demonstração de handebol em cadeira ou prestigiar IV Jogos Paradesportivos da Associação Desportiva para Deficientes. Jogos de xadrez e baralho também fazem parte da programação, além de conversas e debates sobre a temática esportiva.

A arte e a cultura também não foram esquecidas. Destaque para o VII Encontro Paulista de Hip Hop ocorrerá no Memorial da América Latina, para os fãs do estilo. Quase no fim da programação, no dia 3, o evento apresentará um sucesso do cinema nacional com audiodescrição e close caption: “Central do Brasil”.

A entrada é gratuita. Confira aqui a programação da Capital e de outros municípios que aderiram ao evento!

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

PostHeaderIcon São Paulo sedia, a partir de amanhã, a I Bienal Internacional de Teatro da USP


Nos próximos dois meses, os paulistanos terão a oportunidade de assistir a peças de teatro nacionais e internacionais, além de participar de diversas atividades gratuitas, como workshops, conferências e oficinas, durante a I Bienal Internacional de Teatro da USP. Com estreia marcada para amanhã, vai até dia 15 de dezembro com apresentações em quatro espaços da cidade -  Tusp, Cidade Universitária, Sesc Consolação e Centro da Cultura Judaica. 

Quatro peças nacionais fazem parte da lista de obras da Bienal, além de espetáculos do Líbano, Cisjordânia, Eslovênia e Tunísia. A peça libanesa, 66 Minutes in Damascus, proporciona aos espectadores uma viagem à Síria, em uma época marcada pelo regime autocrático. A partir do relato de pessoas arbitrariamente presas, a peça reflete a realidade de diversos países com este tipo de governo. De relatos políticos e resgate de memórias também é composta a obra brasileira A Batalha da Maria Antônia, que busca uma reflexão sobre o passado e sobre a democracia.

As apresentações custam R$ 20 (R$ 10 a meia entrada). Outras atividades são gratuitas e alguns workshops estão sujeitos à prévia inscrição por e-mail. Confira a programação inteira aqui. 


Peça "A Batalha da Maria Antônia" - Foto de Elcio Silva

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

PostHeaderIcon Retrospectiva Kubrick – Sucessos do cineasta a partir de 11 de outubro, no MIS


A partir de amanhã, 14 obras do cineasta Stanley Kubrick serão exibidas no MIS (Museu da Imagem e Som), como prévia das homenagens que serão feitas ao norte-americano na 37ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, que começa no próximo dia 18.

Grandes sucessos de Kubrick estarão nessa retrospectiva, como “A.I – Inteligência Artificial”; “O Iluminado” e “2001 – Uma Odisseia no Espaço”. Além destas consagradas obras, a mostra incluirá ainda a exibição do documentário "Stanley Kubrick - A Life in Pictures", sobre a vida do cineasta, e a exposição de diversos materiais utilizados na produção de seus sucessos. 

Os ingressos para a mostra custam R$ 10 e podem ser adquiridos na recepção do Museu da Imagem e Som. 

(Reprodução Internet)
quarta-feira, 25 de setembro de 2013

PostHeaderIcon Museu do Futebol terá entrada gratuita este domingo

Foto: Divulgação
O Museu do Futebol completa cinco anos de funcionamento neste domingo, dia 29, e comemora esta data presenteando seus visitantes com a entrada gratuita. Neste dia, os educadores da instituição proporcionarão, a partir das 11h, os jogos Mundo das Copas, Linha do Tempo e Jogo de Camisas.

Além de um acervo que conta a história do país e do mundo por meio do futebol, ações inovadoras, exposições temporárias e datas comemorativas já atraíram mais de 1,7 milhão de visitantes para o museu.

Há cinco anos, o Museu consolida exposições temporárias. Sete mostras já passaram pelo espaço, a mais recente, “Será que foi, seu juiz”, uniu ciência, futebol e história de forma interativa à complexidade e as dificuldades da atuação do árbitro em campo. Em 2011, a exposição “Olhar com Outro Olhar” foi itinerante com destino ao Museu Histórico e Pedagógico Voluntários da Pátria, em Araraquara, e no Memorial da Inclusão de São Paulo.

O Museu do Futebol é aberto de terça-feira a domingo, das 9h às 17h, com permanência até as 18h.

 
Serviço: Aniversário de cinco anos do Museu do Futebol
Endereço: Praça Charles Miller
Data: 29 de setembro (domingo)
Horário de funcionamento: das 9h às 18h (bilheteria até as 17h)
Entrada no dia: gratuita
Tel.: (11) 3664-3848 
quarta-feira, 17 de abril de 2013

PostHeaderIcon Mostra de cinema David Lynch


De 16 a 28 de abril fica em cartaz a mostra de cinema David Lynch na Caixa Cultural Sé. Serão exibidos os principais filmes do cineasta e também os que contaram com sua participação técnica.

Estão na lista longas como “O Homem Elefante”, “Duna”, “Veludo azul”, “Coração selvagem” e “Cidade dos Sonhos”; o episódio piloto da série dirigida por Lynch, “Twin Peaks”; curtas, clipes e comerciais.


Na programação de hoje confira:

15h20: “Pretty as a Picture”
17h: “Eraserhead”
18h50: “O Homem Elefante”

Onde: Praça da Sé, 111 - 8º andar
Sé - Centro
(11) 3321-4400

Informações completas no site http://www.caixacultural.com.br


quinta-feira, 11 de abril de 2013

PostHeaderIcon Festival BaixoCentro ocupa SP e põe as ruas para dançar


Ao invés de buzinas, música. No lugar do cinza, cores. Se a rua é pra dançar, que comece a festa. A partir de 5 de abril, Santa Cecília, Barra Funda, Campos Elíseos, Vila Buarque e Luz se tornam palco da segunda edição do Festival BaixoCentro. De 5 a 14 de abril, a região será ocupada por manifestações artísticas e culturais com música, artes plásticas, cinema, teatro e outras ações. Durante 10 dias de festa, a programação deste ano conta com mais de 500 atividades, cujo principal objetivo é o estímulo à produção de arte e cultura independente por toda São Paulo. Além disso, a ideia dos organizadores é chamar a atenção para questões políticas e sociais, levantando debates de interesse público. Em um dos mais tradicionais endereços da região central, no Largo do Arouche, acontece a abertura do festival uma roda de samba a partir das 14h, com a batucada de bamba do grupo “Bora Barão”.




quarta-feira, 3 de abril de 2013

PostHeaderIcon O REI LEÃO - O MUSICAL


O espetáculo estreou no dia 28 de Março no Teatro Renault


A adaptação da Broadway para O Rei Leão - O Musical esta sendo apresentada no Brasil e o palco escolhido para a montagem é o Teatro Renault, que já recebeu musicais como “A Bela e a Fera”, “O Fantasma da Ópera” e “A Família Addams”.


Encenada em 15 países e traduzida para oito línguas diferentes, a adaptação do filme O Rei Leão é um dos musicais mais aguardados de 2013 e já arrecadou US$ 4,8 bilhões pelo mundo. 

As apresentações em São Paulo são realizadas de quarta a domingo, com duas sessões por dia aos finais de semana.


Mais informações no site http://www.oreileaoomusical.com.br/


quarta-feira, 27 de março de 2013

PostHeaderIcon “Operárias da Guerra – Razões e encenações”



Do dia 5 de março a 12 de maio, o Madalena Centro de Estudos de Imagem recebe a exposição “Operárias da Guerra – Razões e encenações”, que fica aberta para visitação de segunda a sexta, das 10h às 18h. A entrada é Livre.
Durante a Segunda Guerra Mundial, enquanto pais e maridos lutavam na Europa e Pacífico, mulheres ocupavam as linhas de produção da indústria bélica.
Inédito no Brasil, o acervo histórico de 70 anos da Biblioteca do Congresso Americano guarda fotografias que eram usadas pelo governo para estimular as mulheres a trabalhar na indústria.
Madalena Centro de Estudos da Imagem 
Rua Faisão, 75 Vila Madalena  Entrada Grátis.  


sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

PostHeaderIcon Considerações sobre o Oscar 2013



"AMOR", dirigido por Michael Haneke, poderá entrar para a história caso seja o grande premiado no próximo domingo. Trata-se de uma produção austríaca e co-produzida pela França e Alemanha, concorrendo em cinco categorias. Possui chances reais de vitória na categoria de filme estrangeiro, mas é pouco provável que leve a categoria principal de melhor filme. Mas, caso isso aconteça, essa será a segunda vez na história da Academia em que um filme produzido fora dos Estados Unidos ou Inglaterra seja o vencedor do Oscar. Até o momento, esse mérito pertence ao chinês/italiano "O Último Imperador" (1987), de Bernardo Bertolucci. Se você está pensando nesse momento em "O Artista", que faturou o Oscar no ano passado, lembre-se que a produção é francesa e co-produzido pelos Estados Unidos (inclusive foi todo filmado em Los Angeles).

Assim como essa, várias histórias e fatos estatísticos - ou meras curiosidades - entraram para o imaginário dos cinéfilos que acompanham a premiação do Oscar a cada ano. O mesmo "O Artista", aliás, repetiu um feito que não se via desde 1929, quando se deu a primeira edição do Oscar. Naquele ano, o ganhador foi "Asas", uma produção que havia sido lançada em 1927. Tratava-se de um filme mudo, portanto, assim como "O Artista" - que teve concorreu em 10 categorias.

Por falar nisso, muitas produções acabam ganhando mais destaque justamente por causa do número indicações. "Ben-Hur" (1959), "Titanic" (1997) e "O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei" (2003), nesse sentido, fizeram fama não só porque concorreram em várias categorias, mas também porque se tornaram os maiores vencedores da história do Oscar. Todos levaram 11 estatuetas. A coisa fica interessante quando sabemos que na época de "Ben-Hur" a premiação contava com apenas 15 categorias. E o filme foi indicado para 14 delas. Enquanto isso, em 1998 "Titanic" concorria em 12 categorias; e em 2003, "O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei" tinha 11 indicações. Mas em ambos os casos, o Oscar premiava 17 categorias. Neste ano, quando "Lincoln" (12 indicações) e "As Aventuras de Pi" (11 indicações) dominam a disputa, a Academia premia 24 categorias.

Aliás, "Lincoln" é sem dúvida mais um genial trabalho na extensa e vitoriosa carreira do cineasta Steven Spielberg. Parece fazer sentido, assim, o número de categorias a que o filme concorre. O temor, principalmente para Spielberg, é que não se repita agora o fiasco e grande decepção experimentada pelo diretor no ano em que seu "A Cor Púrpura" dominou o número de indicações ao Oscar.
Era 1986 e o filme disputava 10 categorias. Não ganhou uma sequer. O mesmo ocorreu com "Momento de Decisão", dirigido por Herbert Ross. Na cerimônia de 1978, o filme também foi indicado para 10 categorias e saiu de mãos abanando.


sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

PostHeaderIcon HISTÓRIAS DO OSCAR QUE NINGUÉM CONTA



Em toda a sua existência, a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood foi ao mesmo tempo combatida por muitos e adorada por outros. Mas o prêmio ainda é o maior exemplo de cobiça para aqueles que estão à frente e atrás das câmeras. Receber um Oscar significa a consagração suprema: reconhecimento na indústria, sucesso com o público e dinheiro, muito dinheiro. No entanto, a festa da premiação é um misto do glamour e do kitsh, das justiças e dos equívocos. Não raro, são as gafes e confusões que dão o tom de graça à cerimônia. E muitas das histórias registradas durante cada uma das edições do Oscar – que acontece no início de cada ano para premiar os melhores do ano anterior – fazem parte do folclore hollywoodiano. Para o deleite dos apreciadores do maior prêmio do cinema, aqui estão reunidos alguns dos mais curiosos acontecimentos. Um pouco de diversão e história, até que seja ouvida a célebre frase "And the Oscar goes to...", no próximo dia 24 de fevereiro.



O comediante Will Rogers era um dos mestres-de-cerimônia na festa de 1934, quando protagonizou duas das gafes mais memoráveis. Primeiro provocou constrangimento na hora de anunciar a atriz vencedora da noite, chamando May Robinson e Diana Wynyard simultaneamente. Na dúvida, nenhuma delas tomou a iniciativa de se levantar. Melhor assim, já que imediatamente Rogers se desculpou e disse que a vencedora de fato era Katharine Hepburn, por "Manhã de Glória".


Ao final da festa, Rogers iria entregar o prêmio de melhor direção. Ele apenas bateu os olhos na ficha e em seguida disse olhando para o suposto vencedor: "Venha buscá-lo, Frank". Frank Capra, que concorria por "Dama por um Dia", pulou da sua cadeira e andou até o palco. No meio do caminho Rogers se corrigiu e anunciou que o vencedor era Frank Lloyd, por "Cavalgada". Em sua autobiografia, "The Name Above The Title", Capra descreveu aquele momento: "A mais longa, triste e difícil caminhada da minha vida."


Por mais improvável que possa parecer, a Academia registra pelo menos um caso histórico de roubo. O episódio, ocorrido em 1937, só ganha ares de comicidade por que se deu justamente durante a cerimônia e na frente de todo mundo. Alice Brady foi anunciada a vencedora na categoria de atriz coadjuvante, pelo filme "Na Velha Chicago". Brady não compareceu à festa e tampouco mandou um representante. Mas eis que um desconhecido se dirigiu ao palco, recebeu o prêmio, agradeceu e foi embora livre e desimpedido para nunca mais aparecer. A Academia só tomou alguma providência dez dias depois, enviando à atriz um novo Oscar.   


Um dos momentos mais admiráveis na edição do Oscar em 1939 foi o prêmio especial concedido pela Academia a Walt Disney, por sua inesquecível criação "Branca de Neve e os Sete Anões". O maior mestre da animação de todos os tempos foi recebido pela pequena Shirley Temple, que lhe entregou a tradicional estatueta e mais sete réplicas em miniatura representando os anões do desenho. Disney tentava conter a emoção ao ouvir a garota: "Não são bonitos e brilhantes, senhor Disney?" Ele respondeu: "Sim, estou tão orgulhoso que vou chorar". Shirley Temple, então com dez anos, pediu graciosamente: "Não faça isso!" Os convidados aplaudiram de pé.


O ano de 1939 também marcou fatos até então inéditos na História da Academia. Pela primeira vez uma atriz negra não só comparecia à cerimônia, como também ganhava um Oscar. Trata-se de Hattie MacDaniel, que levou o prêmio de melhor atriz coadjuvante por "...E o Vento Levou". Pelo mesmo filme, a estreante em Hollywood Vivien Leigh chegava à consagração quando anunciaram seu nome como a melhor atriz do ano. Leigh foi a primeira inglesa a receber um Oscar. Assediada à exaustão pela imprensa, a atriz não conseguiu sequer jantar durante o banquete oferecido após a premiação.


Muitos dizem que a vitória de James Stewart em 1941, por seu papel de um repórter no filme "Núpcias de Escândalo", era uma forma de a Academia compensar o ator pela injustiça no ano anterior, quando concorria por "A Mulher Faz o Homem". O fato é que algum tempo mais tarde constatou-se que a estatueta de Stewart havia desaparecido. E ele mesmo revelaria, anos depois, que seu Oscar estava guardado numa caixa de vidro na loja de ferragens do pai. Foi na cerimônia de 1941 que passaram a utilizar os envelopes lacrados, garantindo o sigilo dos resultados e o suspense na premiação. No ano anterior, o jornal Los Angeles Times havia publicado, horas antes, a lista completa dos vencedores.


Gafes e desorganização marcaram a cerimônia na fatídica noite de 6 de abril de 1959. Primeiro David Niven tropeçou e quase foi ao chão, quando corria ao palco para receber o Oscar de melhor ator por "Vidas Separadas". O discurso: "Excuse-me... I’m loaded". "Loaded", que quer dizer carregado, também é uma gíria para "de cara cheia". Niven era conhecido por seus pileques de uísque escocês. Depois a nada sutil atriz inglesa Wendy Hiller, vencedora na categoria coadjuvante pelo mesmo "Vidas Separadas" (foram sete indicações ao todo), esbravejou: "Ao diabo com a honraria... Só espero que esse prêmio signifique dinheiro. Muito dinheiro!" Por fim o mestre-de-cerimônias Jerry Lewis suou o smoking para entreter a platéia depois de todos os prêmios entregues. Os relógios marcavam 21h40, mas o horário deveria ser preenchido até as 22h. Lewis improvisou chamando Mitzi Gaynor para acompanhá-lo no número "There's no Business Like Show Business" e levou ao palco 70 celebridades, entre eles Cary Grant, Ingrid Bergman, Sophia Loren, Lawrence Olivier e Bette Davis. A música foi cantada quatro vezes e Lewis roubou a batuta do maestro Lionel Newman para reger a orquestra. Finalmente a NBC encerrou a festa, faltando ainda 10 minutos. A emissora exibiu nesse tempo um documentário sobre armas.


Fato também inédito marcou a apresentação de Ingrid Bergman em 1969, quando ela abriu o envelope para anunciar o Oscar de melhor atriz do ano. Ao entoar a frase "E o vencedor é...", olhou para baixo e viu dois nomes. Entre a dúvida e o espanto, Bergman engoliu a seco mas saiu-se bem para não errar na concordância: "... é um empate". E assim chamou ao palco as vencedoras da noite, Katharine Hepburn, por "O Leão no Inverno", e Barbra Streisand, por "Funny Girl, A Garota Genial". "Olá, lindo", balbuciou Barbra Streisand olhando diretamente para a estatueta. "O primeiro script de ‘Funny Girl’ foi escrito quando eu tinha onze anos. Graças a Deus que demorou todo esse tempo para acertarem", disse ela ao público. Até hoje este é o único empate registrado nesta categoria.


Na entrega das estatuetas em 1973, novamente um astro decidiu esnobar o prêmio. Marlon Brando, ganhador do Oscar como melhor ator em "O Poderoso Chefão", mandou em seu lugar a índia Sacheen Littlefeather. Ela fez o discurso explicando que o ator se recusava a receber o prêmio por ser contrário ao tratamento dado por Hollywood ao povo indígena. Mais tarde a imprensa descobriu que aquela jovem não era uma índia, mas sim uma atriz amadora chamada Maria Cruz, que em 1970 ganhou um conhecido concurso de miss, o Miss American Vampire.


A noite de 3 de abril de 1978 registrou uma ausência importante entre os indicados. O decidido Woody Allen não compareceu à festa, alegando um compromisso inadiável em Nova York. É que naquela noite ele estaria tocando clarinete com sua banda de jazz, os Ragtime Rascals, no Michael's Pub em Manhattan. "Eu sei que isso soa terrível, mas ganhar um Oscar não significa nada para mim. Quando você vê quem ganha e quem não ganha, pode perceber a falta de sentido do Oscar", disse. Allen acabou levando o Oscar de melhor diretor do ano por "Noivo Neurótico, Noiva Nervosa".



quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

PostHeaderIcon Aproveite o Carnaval em SP



Além dos desfiles das escolas de samba do Anhembi, o Carnaval de São Paulo também conta com uma ampla e animada programação de blocos de rua.

Confira a programação dos blocos, escolha seus preferidos e caia na folia!

Foto: Divulgação

Quarta-feira, 6 de fevereiro
§  17h - Banda do Candinho
Concentração: Rua Santo Antônio com Rua 13 de Maio -
Bixiga

Sexta-feira, 8 de fevereiro
§  19h - Banda do Trem Elétrico
Concentração: Rua Augusta com Rua Luiz Coelho - 
Consolação

Sábado, 9 de fevereiro
§  13h - João Capota na Alves
Concentração: Viaduto do Metrô Sumaré 
§  13h - Desfile de Bonecões do Museu da Língua Portuguesa
Concentração: Museu da Língua Portuguesa 
§  20h - Vai Quem Quer
Concentração: 
Praça Benedito Calixto - Vila Madalena

Domingo, 10 de fevereiro
§  20h - Vai Quem Quer
Concentração: 
Praça Benedito Calixto - Vila Madalena

Segunda-feira, 11 de fevereiro
§  12h - Bloco dos Esfarrapados
Concentração: Rua Conselheiro Carrão, 466 - Centro
§  20h - Vai Quem Quer
Concentração: 
Praça Benedito Calixto - Vila Madalena

Terça-feira, 12 de fevereiro
§  18h - Bloco do Ó
Concentração: Rua Horácio Lane - 
Vila Madalena 
§  20h - Vai Quem Quer
Concentração: 
Praça Benedito Calixto - Vila Madalena 



sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

PostHeaderIcon Notas sobre o Oscar 2013

                                                                                                                                                     
Seth MacFarlane é a grande aposta pela audiência do Oscar



Enquanto o público faz suas apostas para saber qual, afinal, será eleito o melhor filme do ano, a Academia tenta prever outra coisa: se a transmissão do Oscar deste ano terá um ganho na audiência com a apresentação oficial da festa comandada por Seth MacFarlane. 

O diretor e roteirista, criador de uma das séries mais populares da Tv americana ("Family guy", na qual MacFarlane também dubla alguns dos principais personagens), é também o diretor da comédia "Ted". Longa de estreia de MacFarlane, o filme custou U$ 50 milhões e arrecadou mais de 500 milhões de dólares no mundo. Lançado em 2012, "Ted" surpreendeu a todos e se tornou o filme não recomendado para menores de 18 anos de idade com a maior arrecadação de todos os tempos.


A Academia aposta justamente nesta popularidade alcançada por ele, que por sua vez aproveita a grande exposição do Oscar para anunciar seus próximos projetos. Além de uma óbvia sequência de "Ted", o diretor já tratou de anunciar "A million ways to die in the west". Será uma comédia ambientada no velho oeste que narra a história de um fazendeiro cuja namorada o abandona após ele se acovardar em uma situação com armas de fogo. Além de dirigir, MacFarlane também vai atuar no filme. Ainda não se sabe se no papel central. Mas a personagem da namorada deve ficar para a atriz Charlize Theron, que ainda negocia sua participação.




Barbra Streisand confirma presença na cerimônia com número musical




Atriz, diretora, cantora. Barbra Streisand é uma artista completa e a Academia não poderia deixar de contar com sua presença na tão aguardada noite de premiação. Craig Zadan e Neil Meron, produtores do evento, confirmaram nesta quinta-feira que Streisand estará na festa. Ela fará um número musical, o que não acontecia há 36 anos - desde que interpretou a música-tema do filme "Nasce uma Estrela" e levou o Oscar de melhor canção original naquela noite, com "Evergreen", em 1977.
"Em uma noite de celebração da arte dos filmes e música. Como a transmissão poderia ser completa sem Barbra Streisand? Estamos honrados por ela ter aceitado fazer uma performance especial no Oscar deste ano", disseram Craig Zadan e Neil Meron em nota oficial da Academia. 


Barbra Streisand, desta forma, junta-se a Adele e Norah Jones, já anunciadas como convidadas em números musicais. A cantora participa de uma das homenagens ao cinema e à música, enquanto Adele e Norah Jones interpretam as músicas que concorrem ao prêmio de melhor canção original, respectivamente por "007 - operação Skyfall" e "Ted".



Adele e Norah Jones interpretam canções na noite do Oscar
                                                                                                                                                                                                                 As tradicionais apresentações das canções indicadas pela Academia ganham destaque especial esse ano. Duas das maiores intérpretes da atualidade estarão no palco do Oscar. A cantora Adele vai se apresentar com a música "Skyfall", tema do último episódio da franquia "007". Composta especialmente para o filme, essa será a primeira vez que a cantora apresentará a canção ao vivo. Um dado importante, e desde já histórico, é que "Skyfall" é a primeira música dos filmes de James Bond a ser indicada ao Oscar desde "For Your Eyes Only", gravada por Seena Easton para o filme "007 Somente para Seus Olhos" (1981).
                                                                                                                                                                                    Já Norah Jones se apresenta na noite da grande festa do cinema para cantar "Everybody Needs a Best Friend", canção tema do filme "Ted". A música foi composta por Walter Murphy e com letras de Seth MacFarlane - este último também o diretor do filme e que, neste ano, assume o papel de Host da cerimônia. Esta será a primeira vez que Norah Jones, ganhadora do Grammy, se apresenta durante a premiação do Oscar.





quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

PostHeaderIcon Filmes em homenagem à São Paulo


Para homenagear a cidade de São Paulo em seu aniversário, nosso blog destaca alguns filmes cujas histórias acontecem nessa gigante metrópole.

Quanto Dura o Amor?  Brasil, 2009
Diretor: Roberto Moreira
Roteiristas: Roberto Moreira, Anna Muylaert
Elenco: Sílvia Lourenço, Danny Carlos, Paulo Vilhena, Maria Clara Spinelli, Gustavo Machado, Fábio Herford, Leilah Moreno, Paula Pretta, Sérgio Guizé, Ailton Graça, Maria Manoela, Thogun

Três histórias de amor se desenrolam no congestionado coração da cidade de São Paulo. Recém-chegada do interior, a aspirante a atriz Marina encanta-se com o ritmo sedutor da grande metrópole. Suzana encontra Gil, alguém que ela acha que vale a pena, mas é preciso saber se ele será forte o suficiente para uma grande revelação. Próximo a elas vive Jay, um escritor apaixonado por Michelle, mulher que não se interessa por romantismo. São três personagens prosaicos e ao mesmo tempo excepcionais, como sempre acontece nas histórias de amor.








O Corintiano, Brasil, 1967
Diretor: Milton Amaral
Roteiristas: Milton Amaral, Amácio Mazzaropi
Elenco: Nicolau Guzzardi, Amácio Mazzaropi, Elizabeth Marinho, Lúcia Lambertini, Roberto Orosco, Carlos Garcia, Rogerio Camara, Roberto Pirillo, Ziara Freire, Glaucia Maria, Hertha Hille, Xandó Batista, Machadinho, Eliza, Olten Ayres de Abreu

Muito antes de ''O Casamento de Romeu e Julieta'', Mazzaropi brincou com a paixão do brasileiro pelo futebol e a rivalidade entre Corinthians e Palmeiras. Aqui ele é ''Seu'' Manuel, um barbeiro fanático pelo Corinthians capaz de loucuras: andar com um burro preto e branco, bater boca com torcedores de times rivais, fazer promessas malucas, orações, sofrimento e xingamentos na arquibancada.






Boca, Brasil, 2009
Diretor: Flavio Frederico
Roteiristas: Flavio Frederico, Mariana Pamplona, Hiroito de Moraes Joanides
Elenco: Daniel de Oliveira, Hermila Guedes, Jotabê, Leandra Leal, Paulo César Peréio, Françoise Forton

Drama baseado na autobiografia escrita por Hiroito de Moraes Joanides, no qual resgata o tempo dos reis da Boca, personagens que já nasceram decadentes. Hiroito, conhecido como "Rei da Boca do Lixo", mostra a ascensão e queda de um perigoso bandido que atuou na Boca, nascido em São Paulo no final dos anos 1950, logo após o fechameto das zonas de prostituição do Bom Retiro. O autor recupera as cores e odores de São Paulo dos anos 1950 e 1960, num verdadeiro passeio pelo 'bas-fonds' da cidade, em meio a prostitutas, boêmios, viciados e punguistas.




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A Via Láctea, Brasil, 2007
Diretor: Lina Chamie
Roteirista: Aleksei Abib, Lina Chamie
Elenco: Marco Ricca, Alice Braga, Fernando Alves Pinto

Heitor e Júlia namoram há algum tempo. É entardecer na cidade de São Paulo e o casal tem uma violenta discussão por telefone. Angustiado, Heitor pega seu carro e vai em direção à casa da namorada para resolver as coisas cara a cara . Através de sua viagem pelas ruas engarrafadas de São Paulo o filme aborda as possibilidades do amor, perda e morte em um grande centro urbano e seu contexto social.




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O Signo da Cidade, Brasil, 2007
Diretor: Carlos Alberto Riccelli
Roteirista: Bruna Lombardi
Elenco: Bruna Lombardi, Malvino Salvador, Juca de Oliveira, Graziela Moretto, Luis Miranda (1), Denise Fraga, Eva Wilma, Fernando Alves Pinto, Sidney Santiago, Kim Riccelli, Laís Marques, Bethito Tavares, Thiago Pinheiro, Rogério Brito, Cristina Mutarelli

Enquanto astros e estrelas se movem pelo céu de São Paulo, atirando sua mágica ao acaso, homens e mulheres perguntam o que será de seus sonhos e desejos. Gil está casado e só. Lydia flerta com o perigo. Josialdo nasceu para ser mulher. Mônica só quer se dar bem. No programa noturno de rádio em que atende ouvintes anônimos, a astróloga Teca se vê entre os anseios dos outros e seus próprios problemas. Aos poucos, o destino enreda a todos numa única teia. Na luta para romper o isolamento e achar o rumo da redenção, eles vão descobrir o poder transformador da solidariedade. 


terça-feira, 8 de janeiro de 2013

PostHeaderIcon O ano começa com muitas novidades no cinema!

2013 começou cheio de novidades nas telonas!

Aproveite as férias de janeiro e curta as estreias do cinema.

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Detona Ralph Animação - (Wreck-It Ralph) EUA, 2012. Direção: Rich Moore. Elenco: John C. Reilly, Sarah Silverman, Jack McBrayer, Jane Lynch, Alan Tudyk, Mindy Kaling, Joe Lo Truglio, Ed O'Neill, Dennis Haysbert. Duração: 108 min. Classificação: livre. A história de um vilão de um jogo de fliperama determinado a provar que pode ser um mocinho. Ralph (na voz original de John C. Reilly) quer muito ser tão adorado quanto seu adversário de jogo, o Mocinho perfeito, Conserta-Felix Jr., (voz em inglês de Jack McBrayer). O problema é que ninguém gosta de vilões. Mas todo mundo adora heróis. Então, quando surge um moderno jogo de tiro que mostra a perspectiva do protagonista, apresentando a personagem durona da Sargento Calhoun (voz de Jane Lynch), Ralph encara o jogo como sua chance para o heroísmo e a felicidade. Ele invade o jogo com um plano simples - ganhar uma medalha, mas não demora a arruinar tudo, libertando sem querer um inimigo mortal que põe em risco todos os jogos do fliperama. Qual a única esperança de Ralph? Vanellope von Schweetz (na voz de Sarah Silverman), uma jovem e encrenqueira "bug" de um jogo de corrida de carros com cobertura de bala que pode acabar sendo quem ensinará a Ralph o que significa ser um Mocinho. Mas será que ele vai perceber que é bom o bastante para se tornar um herói antes do fatídico "Fim de Jogo" para todo o fliperama? Indicada para o Globo de Ouro, a comédia de animação "Detona Ralph" é repleta de ação com visuais fabulosos em CG.

 

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 Sete Psicopatas e um Shih Tzu Comédia - (Seven Psychopaths) Reino Unido, 2012. Direção: Martin McDonagh. Elenco: Colin Farrell, Sam Rockwell, Woody Harrelson, Christopher Walken, Tom Waits, Abbie Cornish, Olga Kurylenko, Harry Dean Stanton, Michael Pitt, Michael Stuhlbarg. Duração: 110 min. Classificação: 14 anos. Marty (Colin Farrell), um escritor pouco experiente, não encontra a inspiração para seu novo texto, chamado "Sete Psicopatas". Seu amigo, Billy, é um ator desempregado e ladrão de cachorros, disposto a tudo para ajudar seu amigo. Assim surge o plano mirabolante para sequestrar o cachorro de um gângster chamado Charlie. Trata-se de uma ideia maluca de Billy que, se por um lado pode render a Marty um ótimo material para seu livro, por outro acaba colocando o escritor na mira de um criminoso temperamental, que não pensaria duas vezes antes de matar qualquer pessoa que pusesse as mãos em seu cão.

 

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 Paris-Manhattan  - Romance/Comédia - França, 2012. Direção: Sophie Lellouche. Elenco: Alice Taglioni, Patrick Bruel, Marine Delterme, Louis-Do de Lencquesaing, Michel Aumont, Marie-Christine Adam. Duração: 77 min. Classificação: 12 anos. Alice é jovem, bonita e entusiasmada com seu trabalho de farmacêutica. Único problema, ainda é solteira. Preferindo se refugiar em sua paixão por Woody Allen, ela resiste com dificuldade à pressão da família, que só pensa em casá-la. Contudo, seu encontro com Victor pode mudar as coisas.

 

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 O Filho do Outro - Drama - (Les Fils de L'autre) França, 2012. Direção: Lorraine Levy. Elenco: Emmanuelle Devos, Pascal Elbé, Jules Sitruk, Mehdi Dehbi, Areen Omari, Khalifa Natour, Mahmud Shalaby, Diana Zriek. Duração: 105 min. Classificação: a definir. Enquanto prapara-se para ingressar no exército de Israel e prestar o serviço militar, o rapaz judeu Joseph descobre que não é filho biológico de seus pais e que foi trocado no nascimento com Yacine, criança de uma família palestina na Cisjordânia. A vida dessas duas famílias é subitamente abalada por essa revelação, que os obriga a reconsiderar as suas identidades, seus valores e crenças.

 

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 O Som ao Redor Drama - Brasil, 2013. Direção: Kléber Mendonça Filho. Elenco: Gustavo Jahn, Maeve Jinkings, Irandhir Santos, Irma Brown, J.W. Solha. Duração: 131 min. Classificação: 16 anos. A vida numa rua de classe-média na zona sul do Recife toma um rumo inesperado após a chegada de uma milícia que oferece a paz de espírito da segurança particular. A presença desses homens traz tranqulidade para alguns, e tensão para outros, numa comunidade que parece temer muita coisa. Enquanto isso, Bia, casada e mãe de duas crianças, precisa achar uma maneira de lidar com os latidos constantes do cão de seu vizinho. Uma crônica brasileira, uma reflexão sobre história, violência e barulho.